- Redução das mortes
por infarto (doença cardíaca isquêmica) em 31% em homens vegetarianos e 20% em mulheres
vegetarianas (estudo com 76 mil indivíduos).
- Comparando a mortalidade por doenças cardíacas entre
vegetarianos e semivegetarianos (no estudo considerado como consumidor de peixe ou carne 1
vez por semana), a mortalidade também é menor em vegetarianos.
- Níveis sangüíneos de
colesterol 14% mais baixos em ovo-lacto-vegetarianos do que nos comedores de carne.
- Níveis sangüíneos de
colesterol 35% mais baixos em veganos do que nos comedores de carne.
- Menor pressão arterial
(redução de 5 a 10 mmHg) nos vegetarianos.
- Redução de até 50%
do risco de apresentar diverticulite nos vegetarianos.
- Redução de até 50%
do risco de apresentar diabetes nos vegetarianos.
- Probabilidade
duas vezes menor de apresentar pedras na vesícula nas mulheres vegetarianas (estudo com
800 mulheres entre 40 e 69 anos).
- Os não vegetarianos
têm um risco 54% maior de ter câncer de próstata.
- Os não vegetarianos
têm um risco 88 % maior de ter câncer de intestino grosso (cólon e reto). Obs - a carne
vermelha ou branca está vinculada (de forma independente) com o risco aumentado de
câncer de intestino grosso.
- Redução da
incidência de obesidade, um problema mundialmente preocupante.
- Osteoporose: mulheres
após a menopausa com dieta rica em proteína animal e pobre em proteína vegetal têm
taxa mais alta de perda óssea e risco muito maior de ter fratura de quadril. Obs- Ainda
não podemos afirmar que a dieta vegetariana protege da osteoporose.
- Pelo menor teor de
proteínas e por melhorar os lipídios sangüíneos, a dieta vegetariana pode ser
benéfica para os que sofrem de doença renal (principalmente os que não fazem diálise e
apresentam diurese).
- Aparentemente, o
consumo de carne aumenta em até 3 vezes as chances de desenvolver demência cerebral.
- Aparentemente, uma
dieta vegetariana sem derivados animais e com predominância de alimentos crus reduz os
sintomas de fibromialgia.