VEGETARIANISMO Assine o Manifesto pela Amazônia

Todo Dia Era Dia De Índio

Baby Consuelo

Curumim chama cunhãtã que eu vou contar
Curumim chama cunhãtã que eu vou contar
Todo dia era dia de índio
Todo dia era dia de índio
Curumim, cunhãtã
Cunhãtã, curumim...

Antes que o homem aqui chegasse
As terras brasileiras
Eram habitadas e amadas
Por mais de três milhões de índios
Proprietários felizes
Da terra brasilis

Pois
Todo dia era dia de índio
Todo dia era dia de índio
Mas agora eles só têm o dia 19 de abril
Mas agora eles só têm o dia 19 de abril

Amantes da natureza
Eles são incapazes, com certeza
De maltratar uma fêmea
Ou de poluir o rio e o mar
Preservando o equilíbrio ecológico
Da terra, fauna e flora

Pois em sua glória o índio
Era o exemplo puro e perfeito
Próximo da harmonia, da fraternidade, da alegria
Da alegria de viver
Da alegria de viver

E no entanto hoje o seu canto triste
É o lamento de uma raça que já foi muito feliz
Pois antigamente
Todo dia era dia de índio
Todo dia era dia de índio...

Amor de Índio

Beto Guedes e Ronaldo Bastos

Tudo que move é sagrado
e remove as montanhas
com todo o cuidado, meu amor.
Enquanto a chama arder
todo dia te ver passar
tudo viver a teu lado
com arco da promessa
do azul pintado, pra durar.

Abelha fazendo o mel
vale o tempo que não voou
A estrela caiu do céu
O pedido que se pensou
O destino que se cumpriu
de sentir seu calor
e ser todo
Todo dia é de viver
para ser o que for
e ser tudo

Sim, todo amor é sagrado
e o fruto do trabalho
é mais que sagrado, meu amor.
A massa que faz o pão
vale a luz do teu suor
Lembra que o sono é sagrado
e alimenta de horizontes
o tempo acordado, de viver.

No inverno te proteger, no verão sair pra pescar
no outono te conhecer, primavera poder gostar
no estio me derreter
pra na chuva dançar e andar junto
O destino que se cumpriu
de sentir seu calor e ser tudo.

Caminho das Águas

Maria Rita

Composição: Rodrigo Maranhão

Leva no teu bumbar, me leva
Leva que quero ver meu pai
Caminho bordado à fé, caminho das águas
Me leva que quero ver meu pai.
A barca segue seu rumo lenta,
Como quem já não quer mais chegar,
Como quem se acostumou no canto das águas,
Como quem já não quer mais voltar.
Os olhos da morena bonita,
Agüenta que tô chegando já
Na roda conta com o seu,
Ouvira zabumba
Me leva que quero ver meu pai.

Esta página é parte integrante do programa de educação ambiental on-line do portal NATUREBA : www.natureba.com.br
"Responsabilidade Ambiental na Prática : Combate ao Desperdício e Preservação da Natureza."